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FPS - Meu estilo de jogo preferido.

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FPS (First Person Shooter) para mim é um dos melhores estilos de jogo existente. Mas porque acho isso? Porque nesse estilo de jogo você pode ver realmente o que acontece na cena, usar sua própria mira, e poder ver a beleza do jogo sem precisar de closes e mais closes de cameras. Geralmente, jogos FPS tem histórias boas, com motivos que te prendem até você poder terminar aquele jogo. Logo, mostro alguns jogos que eu prefiro:


F.E.A.R.  
 Um dos melhores jogos de FPS que ja joguei, pela foto, da para ver que é um jogo para mostrar para seus filhos perderem o medo do escuro. O jogo faz juz ao nome, pois tenta causar medo e te envolver em sua história. Para não criar muito spoilers, vou dizer a história do jogo em partes. 
 No jogo, você faz parte de uma equipe de elite especializada em casos sobrenaturais chamada F.E.A.R. que deve deter Paxton Fettel, que está sendo controlado pela Alma, uma menina que foi usada pelo seu pai para criar soldados capazes de ser controlados psiquicamentes (poder possuido pela menina).

Urban Chaos: Riot Responce

Não sei porque ninguem nunca fala bem desse jogo, sei lá, mais o jogo é ótimo. Voce se sente desafiado ao jogá-lo, pelos seus objetivos cada vez mais difíceis, suas fases diversificadas e as armas, que deve ser liberadas. O jogo lembra muito Policial Vs. Bandido, e para mim é um jogo muito bom.

Call of Duty: Modern Warfare 2 
E lógico que o jogo contém bugs, mais na versão online isso se torna quase iminente e atrapalha na jogabilidade e aumenta a quantidade de hacks para facilitar a vida de cheaters. Mais o modo Singleplayer do jogo está ótimo e com certeza da uma continuidade boa na série. O jogo contém uma fase que ocorre no Rio de Janeiro, que é bastente dificil, e isso é o bom dele, que muitas partes do mundo estão sendo retratadas no jogo, e sim, é um jogo muito bom.

Wolfenstein (2009) 
Um jogo muito viajado mais que me fez perder várias horas do meu tempo de sobra. Wolfenstein ficou muito bom, pois contava com várias aberrações diferentes em um só jogo, além de soldados normais que sentiam medo pelos acontecimentos recentes, e você conta com um colar que te dá poderes, e para dar um upgrade nele você deveria achara cristais, derrotar inimigos, etc. Muito bom esse jogo em minha opinião.

Zelda Ocarina of Time e o sentimento nos games

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Por Luiz


Bom, como primeiro texto neste blog, pensei em começar falando sobre um dos jogos que mais marcou minha vida: The Legend of Zelda Ocarina of Time. Quase todo mundo que está lendo isso já deve ter jogado ou ouvido falar, então não preciso ficar falando do game em si. O que eu quero passar é a sensação de mergulhar em um jogo de qualidade, do quanto vale a experiência pra quem se diverte com este tipo de coisa.
Eu lembro como se fosse hoje de quando eu estava na quinta série, tinha meu Nintendo 64 e vivia alugando cartuchos numa locadora que ficava perto de casa, e o Ocarina era um dos que eu pegava com mais freqüência. Não sei se é porque este jogo me remete à boas lembranças, de épocas mais simples ou sei lá o que, mas a sensação que eu tinha naquela época era muito boa. Não sou nenhum viciado ou adorador de games. Hoje em dia eu só jogo uns jogos de futebol e com certa raridade pego algum outro pra me divertir.
Mas aquela sensação de sair pelos campos d Hyrule, conhecer cada canto do reino, falar com as pessoas, descobrir a história de cada um, se perder na busca pela resolução dos mais diversos desafios, era impagável. Aliás, é isso que dava um tempero especial: quando eu não sabia o que fazer e ficava explorando, procurando alguém que pudesse me ajudar a consertar a espada BigGoron que estava quebrada, quando eu tentava achar o próximo dungeon ou algum jeito de abrir uma passagem fechada e só ia nos lugares errados. Então eu ficava imaginando muitas histórias e relações que não existiam no jogo, e imaginando como tudo se resolveria, e vendo como tudo seria depois que eu conseguisse tal item ou tirasse uma pedra que impedia a entrada na caverna. Tudo isso era parte do imaginário, que deixava o jogo ainda melhor, mais prazeroso.
E o orgulho de fazer algo certo? De descobrir algum segredo escondido ou conseguir um item novo que eu tanto buscava? Era uma sensação muito boa, só quem jogou este jogo sabe do que eu estou falando.
As músicas, os personagens, a história, os puzzles, tudo criava o cenário perfeito para tardes de diversão. E isso acontece em qualquer game de qualidade, principalmente os mais antigos. Não devemos olhar os vídeo games como distrações bestas e inúteis e nem tão pouco nos apegarmos a eles sem medida e esquecer o mundo real. É só saber aproveitar o que eles trazem de bom, a emoção de uma disputa contra os amigos ou de uma aventura em uma terra desconhecida. É disso que eu estou falando.