Por Luiz
Bom, como primeiro texto neste blog, pensei em começar falando sobre um dos jogos que mais marcou minha vida: The Legend of Zelda Ocarina of Time. Quase todo mundo que está lendo isso já deve ter jogado ou ouvido falar, então não preciso ficar falando do game em si. O que eu quero passar é a sensação de mergulhar em um jogo de qualidade, do quanto vale a experiência pra quem se diverte com este tipo de coisa.
Eu lembro como se fosse hoje de quando eu estava na quinta série, tinha meu Nintendo 64 e vivia alugando cartuchos numa locadora que ficava perto de casa, e o Ocarina era um dos que eu pegava com mais freqüência. Não sei se é porque este jogo me remete à boas lembranças, de épocas mais simples ou sei lá o que, mas a sensação que eu tinha naquela época era muito boa. Não sou nenhum viciado ou adorador de games. Hoje em dia eu só jogo uns jogos de futebol e com certa raridade pego algum outro pra me divertir.
Mas aquela sensação de sair pelos campos d Hyrule, conhecer cada canto do reino, falar com as pessoas, descobrir a história de cada um, se perder na busca pela resolução dos mais diversos desafios, era impagável. Aliás, é isso que dava um tempero especial: quando eu não sabia o que fazer e ficava explorando, procurando alguém que pudesse me ajudar a consertar a espada BigGoron que estava quebrada, quando eu tentava achar o próximo dungeon ou algum jeito de abrir uma passagem fechada e só ia nos lugares errados. Então eu ficava imaginando muitas histórias e relações que não existiam no jogo, e imaginando como tudo se resolveria, e vendo como tudo seria depois que eu conseguisse tal item ou tirasse uma pedra que impedia a entrada na caverna. Tudo isso era parte do imaginário, que deixava o jogo ainda melhor, mais prazeroso.
E o orgulho de fazer algo certo? De descobrir algum segredo escondido ou conseguir um item novo que eu tanto buscava? Era uma sensação muito boa, só quem jogou este jogo sabe do que eu estou falando.
As músicas, os personagens, a história, os puzzles, tudo criava o cenário perfeito para tardes de diversão. E isso acontece em qualquer game de qualidade, principalmente os mais antigos. Não devemos olhar os vídeo games como distrações bestas e inúteis e nem tão pouco nos apegarmos a eles sem medida e esquecer o mundo real. É só saber aproveitar o que eles trazem de bom, a emoção de uma disputa contra os amigos ou de uma aventura em uma terra desconhecida. É disso que eu estou falando.
Bom, como primeiro texto neste blog, pensei em começar falando sobre um dos jogos que mais marcou minha vida: The Legend of Zelda Ocarina of Time. Quase todo mundo que está lendo isso já deve ter jogado ou ouvido falar, então não preciso ficar falando do game em si. O que eu quero passar é a sensação de mergulhar em um jogo de qualidade, do quanto vale a experiência pra quem se diverte com este tipo de coisa.
Eu lembro como se fosse hoje de quando eu estava na quinta série, tinha meu Nintendo 64 e vivia alugando cartuchos numa locadora que ficava perto de casa, e o Ocarina era um dos que eu pegava com mais freqüência. Não sei se é porque este jogo me remete à boas lembranças, de épocas mais simples ou sei lá o que, mas a sensação que eu tinha naquela época era muito boa. Não sou nenhum viciado ou adorador de games. Hoje em dia eu só jogo uns jogos de futebol e com certa raridade pego algum outro pra me divertir.
Mas aquela sensação de sair pelos campos d Hyrule, conhecer cada canto do reino, falar com as pessoas, descobrir a história de cada um, se perder na busca pela resolução dos mais diversos desafios, era impagável. Aliás, é isso que dava um tempero especial: quando eu não sabia o que fazer e ficava explorando, procurando alguém que pudesse me ajudar a consertar a espada BigGoron que estava quebrada, quando eu tentava achar o próximo dungeon ou algum jeito de abrir uma passagem fechada e só ia nos lugares errados. Então eu ficava imaginando muitas histórias e relações que não existiam no jogo, e imaginando como tudo se resolveria, e vendo como tudo seria depois que eu conseguisse tal item ou tirasse uma pedra que impedia a entrada na caverna. Tudo isso era parte do imaginário, que deixava o jogo ainda melhor, mais prazeroso.
E o orgulho de fazer algo certo? De descobrir algum segredo escondido ou conseguir um item novo que eu tanto buscava? Era uma sensação muito boa, só quem jogou este jogo sabe do que eu estou falando.
As músicas, os personagens, a história, os puzzles, tudo criava o cenário perfeito para tardes de diversão. E isso acontece em qualquer game de qualidade, principalmente os mais antigos. Não devemos olhar os vídeo games como distrações bestas e inúteis e nem tão pouco nos apegarmos a eles sem medida e esquecer o mundo real. É só saber aproveitar o que eles trazem de bom, a emoção de uma disputa contra os amigos ou de uma aventura em uma terra desconhecida. É disso que eu estou falando.


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